Arquivos da categoria 'Uncategorized '

Sorteio das Eliminatórias para a Copa de 2014 – Europa

Postado por Lycio em julho 30 2011 Adicionar comentário

O último continente sorteado foi a Europa, e para ela a organização do evento colocou o peso-pesado Ronaldo – quatro Copas do Mundo (1994, 1998, 2002 e 2006), duas vezes campeão (1994 e 2002) e artilheiro máximo dos Mundiais, com 15 gols. A seu lado, o valorizado Paulo Henrique Ganso, camisa 10 do Santos e da seleção brasileira na última Copa América.

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Sorteio das Eliminatórias para a Copa de 2014 – América do Sul e Oceania

Postado por Lycio em julho 30 2011 Adicionar comentário

A Oceania tem 11 países lutando por uma vaga na repescagem. A Austrália, que sempre foi a grande força do continente, disputou as eliminatórias asiáticas para a Copa de 2010 e ali ficou.

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Sorteio das Eliminatórias para a Copa de 2014 – Américas Central e do Norte (Concacaf)

Postado por Lycio em julho 30 2011 Adicionar comentário

Depois da África e da Ásia, a Concacaf – Américas Central e do Norte – tiveram as chaves sorteadas. A exemplo da Ásia, essa região também já teve uma fase preliminar disputada, com os seguintes resultados

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Sorteio das Eliminatórias para a Copa de 2014 – Ásia

Postado por Lycio em julho 30 2011 Adicionar comentário

Depois da África, foi a vez da Ásia, que tem 43 concorrentes para quatro vagas diretas e uma para a repescagem, contra uma equipe das Américas Central e do Norte (Concacaf). Antes do sorteio, o continente já teve uma primeira fase, com os seguintes jogos de mata-mata.

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Sorteio das Eliminatórias para a Copa de 2014 – África

Postado por Lycio em julho 30 2011 Adicionar comentário

O sorteio dos grupos das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, foi feito neste sábado (30/7). Depois de diversos discursos de autoridades, que duraram meia hora, o sorteio foi realizado sempre com dois craques brasileiros para cada continente.

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Brasil sobe de leve no ranking da Fifa

Postado por Lycio em julho 27 2011 Um comentário

Se serve de consolo, a Copa América fez o Brasil subir no ranking da Fifa. Na última atualização da lista, divulgada nesta quarta-feira (27/6), a seleção ascendeu da 5ª para a 4ª posição, passando à frente da Inglaterra.

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A eleição na Fifa

Postado por Lycio em maio 31 2011 Adicionar comentário

Em geral, eleições são a grande chance de se fazer uma faxina na administração. Mas, em se tratando da Fifa, não são poucas as dúvidas de que tal faxina pode mesmo acontecer. Nesta quarta-feira (1º/6), o suíço Joseph Blatter concorre a um quarto mandato à frente da entidade. E, como o único concorrente, o catariano Mohamed Bin Hammam, foi varrido do páreo, é quase certo que o suíço vai se eleger. A menos que 156 (ou mais) dos 208 delegados da Fifa votem pelo adiamento das eleições, uma ideia defendida pela Federação Inglesa.

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A primeira convocação de 2011

Postado por Lycio em janeiro 25 2011 Adicionar comentário

Uma lista com novidades e, ao mesmo tempo, com indicações de que jogadores mais velhos não serão esquecidos. Assim pode ser interpretada a lista de convocados divulgada nesta terça-feira (25/1) por Mano Menezes, a primeira de 2011.

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As sedes das Copas de 2018 e 2022

Postado por Lycio em dezembro 5 2010 Adicionar comentário

Levar a Copa a novos mercados, onde os lucros prometidos são maiores, ou apostar em países onde tudo já estaria pronto. Este era o dilema que a Fifa vivia para escolher as sedes das Copas de 2018 e 2022. Nesta quinta-feira (2/12), os delegados da entidade cravaram a primeira opção. Assim, a gigantesca Rússia vai receber o Mundial de 2018. O minúsculo Qatar, a de 2022 (o blog acertou a aposta no Qatar, mas errou a da Rússia, já que cravava a Inglaterra). Na prática, o futebol vai, pela primeira vez, a dois territórios ainda inexplorados: o Leste Europeu e o Oriente Médio.
De acordo com as regras da Fifa, o país-sede de cada Mundial é decidido quando um concorrente tiver mais da metade dos votos dos membros do Comitê Executivo da Fifa presentes à sessão — que, no caso, eram 22. O concorrente que tiver menos votos é eliminado.
A Rússia concorria contra Inglaterra e as candidaturas conjuntas de Espanha/Portugal e Holanda/Bélgica. Considerada favorita, a Inglaterra foi eliminada logo na primeira rodada de votação, com apenas dois votos. A Rússia liderou o primeiro pleito, com nove. A definição do país-sede da Copa do Mundo de 2018 veio na segunda rodada, quando a Rússia recebeu 13 dos 22 votos, derrotando as candidaturas conjuntas de Espanha e Portugal (7 votos), e Bélgica e Holanda (dois).
O Qatar quase venceu a disputa para 2022 na primeira votação, quando recebeu 11 dos 22 votos. A Austrália foi o primeiro país eliminado, com só um voto. Na segunda rodada, o Japão caiu (dois votos) e o Catar voltou a liderar (com 10). Na terceira rodada, a Coreia do Sul (cinco votos) caiu, e o Catar ficou por um voto de vencer ao receber o apoio de 11 dos 22 delegados — os Estados Unidos tiveram seis. Na quarta e última rodada, o Catar venceu os Estados Unidos com 14 votos a 8.
A avaliação técnica dos próprios especialistas da Fifa indicassem que Rússia e Qatar tinham as duas piores candidaturas. Nada de estádios 100% prontos dentro das exigências da Fifa ou infraestrutura completa — coisa que todos os outros concorrentes, à exceção da Austrália — tinham.
Ao mesmo tempo, eram as duas candidaturas mais ricas. Os russos optaram por construir tudo e, com isso, oferecer contratos bilionários ao mundo do futebol. O gasto seria de US$ 3,8 bilhões para erguer ou reformar 13 estádios. O Qatar vai investir ainda mais: US$ 14 bilhões. E promete estádios com ar condicionado, para combater o calor do deserto.
Enquanto isso, o Brasil, a menos de quatro anos da Copa, mal consegue fazer as obras (de estádios e de infraestrutura) decolarem.

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Será o fim da prorrogação em Copas?

Postado por Lycio em setembro 12 2010 Adicionar comentário

A Fifa fala em promover uma mudança radical na Copa do Mundo, a partir de 2014, para acabar com empates e aumentar a média de gols. Entre as opções cogitadas estão a dispuita de pênaltis mesmo após empates na fase de grupos, a volta da morte súbita ou, mais radicalmente, extinguir a prorrogação. Pelo menos é o que disse o presidente da entidade, Joseph Blatter. Segundo ele, algumas equipes no Mundial da África do Sul entraram em campo apenas para não perder. Como resultado, houve monotonia em muitos jogos.

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