Deus dá com uma mão e o Diabo tira com a outra

Deus dá com uma mão e o Diabo tira com a outra.

Nada a ver com religião. Apenas um ditado.

Aplicável a um sujeito que recebe uma bolada num trabalho extra de relativa facilidade apenas para ter que gastá-lo todo num tratamento dentário de emergência.

Aplicável a um sujeito que ganha uma inesperada folga extra do trabalho no fim do ano e, no fim das contas, gastou esse tempo “livre” acompanhando a própria mãe, internada em um hospital após no Natal.

A Copa do Mundo de 2014 foi assim.

O Brasil teve o direito de sediá-la apenas para a seleção levar a surra mais inesquecível da história.

Ou será que existe um outro lado para ver a questão?

Como o diabo tirando com uma mão e Deus dando com a outra, nessa ordem?

Sorte do sujeito que ganhou dias livres e, assim, pôde acompanhar a mãe no hospital.

Sorte do sujeito que recebeu uma bolada e, assim, pôde custear o tratamento dentário.

Sorte da seleção que levou uma surra inesquecível e, assim, pôde levar seus dirigentes a rever conceitos e fazer com que se retome o caminho que um dia fez da seleção brasileira a melhor do mundo.

Ou não pôde?

Com a palavra, os dirigentes.

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