O desafio dos Bafana Bafana

Pode a África do Sul se equiparar a França, México e Uruguai em seu grupo na Copa do Mundo? Para o técnico da equipe, o brasileiro Carlos Alberto Parreira, sim. Ele diz que os Bafana Bafana, apelido da equipe sul-africana, estão em evolução e, lentamente, adquirem a forma necessária para ser a surpresa da competição.

Parreira deseja que os jogadores sul-africanos mantenham a bola no chão e apostem na habilidade e na técnica por crer que a equipe não tem condições de apostar na parte física para triunfar. “Nossa identidade está chegando”, afirmou ele, na terça-feira (27/4).

Nos amistosos, porém, o time não parece empolgar. Recentemente, empatou em 0 a 0 com a Coreia do Norte. E , nesta quarta-feira (28/4), há um jogo contra a Jamaica, em Offenbach, na Alemanha. Dois amistosos, contra Estônia e China, já haviam sido cancelados por conta de restrições ao espaço aéreo europeu devido à erupção de um vulcão na Islândia. Convenhamos, nenhuma dessas equipes tem o porte de México (presente em 13 Copas), França (campeã em 1998 e vice em 2006) ou Uruguai (campeão em 1930 e 1950).

A África do Sul vai abrir o Mundial no dia 11 de junho contra o México. Depois, enfrenta França e Uruguaim, nessa ordem. O grande desafio é passar às oitavas-de-final. Até hoje, nunca um país anfitrião caiu logo na primeira fase de uma Copa do Mundo. E os Bafana Bafana correm para não ser os primeiros a quebrarem essa escrita.

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